Microsoft acusa Google de burlar privacidade do IE

Depois da Apple, agora é a vez da Microsoft acusar a Google de transpassar os recursos de proteção de privacidade do seu browser Internet Explorer para coletar informações sobre usuários
Dean Hachamovitch, vice-presidente corporativo da Microsoft para o Internet Explorer (IE), postou em seu blog na segunda-feira (20/02) que a empresa conseguiu comprovar que a Google também está utilizando um “truque técnico” para driblar os recursos de proteção à privacidade do browser e seguir os hábitos dos usuários na internet por meio de cookies.
Na semana passada, uma reportagem do Wall Street Journal acusava a Google de burlar a proteção de privacidade do browser Safari, da Apple, com o propósito de utilizar cookies para seguir o comportamento de navegação dos usuários em computadores e outros equipamentos (iPhones e iPads) que usam o browser. Sobre a reportagem do jornal, a Google negou que estivesse rastreando usuários mas admitiu que inadvertidamente estaria deixando cookies nos telefones dos usuários sem seu consentimento. Continue lendo
Saiba se um link é seguro antes de clicá-lo
Nem mesmo o melhor software de segurança poderá protegê-lo da dor de cabeça que você terá se clicar em um link malicioso. Eles chegam disfarçados como links para vídeos engraçados, notícias chocantes, promoções imperdíveis ou botões de “Curtir”, mas na verdade foram projetados para facilitar o roubo de informações e outros tipos de ataque ao seu computador.
Até mesmo seus amigos podem disseminar, sem querer, links maliciosos em mensagens de e-mail, recados no Facebook ou mensagens instantâneas. Muitas vezes eles nem sabem que isto está acontecendo, já que o computador pode estar agindo “por conta própria” depois que eles mesmos clicaram em um link similar. Você também encontrará estes links em propagandas na web e resultados de buscas. Continue lendo
Cinco opções para você salvar seus dados online

Conheça algumas opções gratuitas e pagas que podem ser alternativa viável para armazenar informações na nuvem.
O arquivamento de dados é essencial para evitar desastres. Ainda assim, estima-se que um terço dos computadores não realiza cópias de segurança, de acordo com pesquisa da Backblaze realizada pela consultoria Harris Interactive. O levantamento chegou à conclusão de que apenas 7% dos usuários usam práticas seguras em seus computadores, arquivando os dados diriamente em outro local.
Em vez de usar a técnica tradicional de realizar backups em um disco rígido externo, uma alternativa cada vez mais popular é a utilização de um serviço de backup online que guarda os dados em servidores na nuvem. Você não precisa de nenhum hardware adicional. Continue lendo
Bairros do Rio e pontos turísticos de Salvador têm Wi-Fi gratuito no carnaval

Operadora Oi oferece acesso Wi-Fi nas orlas do Leblon, de Ipanema e de Copacabana e em pontos de Salvador para clientes de qualquer operadora.
Quem for curtir o carnaval no Rio de Janeiro poderá acessar a internet por meio de hotspots Wi-Fi da Oi. O acesso será ilimitado e gratuito para clientes de qualquer operadora, que tiverem aparelho com tecnologia Wi-Fi, nas praias ou nos blocos de carnaval das orlas do Leblon, de Ipanema e de Copacabana.
Em seis semanas da rede Oi WiFi, a operadora contabilizou crescimento de 600% no número de usuários únicos, de 3000% no de sessões de acesso à Internet e de 600% em tráfego de dados, nos pontos de acesso da orla. Continue lendo
Nas buscas, Google é o maior e Bing o melhor, Segundo pesquisa

Embora responda por 90% das pesquisas no País, sua "taxa de sucesso" ficou em 58%, bem abaixo da obtida pelo Bing nacional, da Microsoft, com 82,3%.
O Google nacional pode até ser, disparado, o buscador mais popular do Brasil, mas, dentre os mais utilizados, é o menos eficiente. É o que diz uma pesquisa do instituto Experian que verificou não somente a participação dos serviços no mercado, mas também suas respectivas taxas de sucesso.
Segundo a Experian, a taxa de sucesso é “calculada pela proporção das buscas realizadas em cada uma das ferramentas que geraram efetivamente uma visita a um site”. Em outras palavras, quantos cliques são necessários para que o usuário encontre o que procura. Continue lendo









